DOIS DO SEIS DE SETENTA observa a ambigüidade existente nos conceitos de belo, estranho, normal ou inusitado que se revela na contraposição entre a beleza formal do corpo e os traços da sua própria desintegração diária: marcas, cicatrizes, o corpo pelo “avesso” com seus órgãos expostos. A idéia do corpo como lugar habitado, registro da experiência, material de construção de um ideal estético e, ao mesmo tempo, prova da finitude da existência.
"... Consciente da finitude de seus gestos, da impossibilidade da linguagem em dar conta ou repor a experiência do corpo, suas obras se armam como uma pele a coletar cicatrizes, num comentário sobre o corpo humano como o lugar para o discurso da identidade, o meio pelo qual são revelados os (nossos) temores e desejos registrados na carne nos embates com o real." (Ivo Mesquita in Leonilson -São tantas as Verdades)
. Sesc São José dos Campos – SP maio 2008
. Bienal SESC Dança (Santos-SP) novembro 2007
. Observatório- Espaço Ambiente (Belo Horizonte-MG) outubro 2006
. Festival Distrital Danza Contemporánea (Bogotá - Colômbia) setembro 2006
. III ENARTCI (Ipatinga - MG) – setembro 2005
. Encontros Imediatos - Alkantara (Lisboa – Portugal) agosto 2005
. Festival In-Presentable (Madrid - Espanha) – junho 2005
. Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro – temporada em março 2005
. II Danças na Gamboa - Centro Cultural José Bonifácio (Rio de Janeiro - RJ) - dezembro 2004
. Panorama Rioarte de Dança (Rio de Janeiro – RJ) – novembro 2004
. Festival de Dança de Araraquara (Araraquara - SP) – setembro 2004
. 4ª Mostra Contemporânea do Festival de Joinville (Joinville - SC) – julho 2004
. Sesc Tijuca RJ (Rio de Janeiro - RJ) – junho 2004
. O Feminino na Dança - Centro Cultural SP (São Paulo - SP) – junho 2004
. Rumos Dança Itaú Cultural (São Paulo - SP) – março 2004